
Direção: Michael Haneke
Elenco: Arno Frisch
Angela Winkler
Ulrich Mühe
Ingrid Stassner
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Comentário:
O
austríaco Michael Haneke é provavelmente o cineasta cuja obra revela a visão de
mundo mais sombria em todo o cinema contemporâneo. Para assistir a seus
filmes é bom se cobrir com um cobertor de lã bem
grosso: neles, o mundo é de uma frieza glacial. Todas as pessoas são
distantes, fechadas, em constante repressão de sentimentos e emoções para
sobreviverem em uma sociedade cinzenta, automatizada, asséptica e impessoal. A conclusão lógica desse mundo que perdeu sua humanidade é uma explosão brutal e sem sentido de violência.
E
talvez nem isso revele o pouco de verdadeiramente humano que nos resta: Benny, aqui,
comete um assassinato com a mesma indiferença que bebe um copo
de água. A crítica de Haneke mira também a violência imagética: o fato de Benny ser fã de filmes de horror é diretamente responsável por suas ações ou a culpa cabe à sociedade fria, que só parece ter cor e emoção no cinema, tendo portanto um poder de influência maior do que, por exemplo, a família (vocês leitores assíduos, digam aí se já mataram alguém)? Seja como for, "O Vídeo de Benny" pode ser a representação do drama da existência pós-moderna, pode ser uma reflexão sobre o preço do progresso no primeiro mundo e de sua herança imperialista, pode ser um
estudo da sociedade como um todo... ou pode ser mais uma esquisitice desses alemães
que, como vocês sabem, não são um povo muito certo das ideias.
parece bom... tem Tesis aqui?
ResponderExcluirse nao tiver eu tenho aqui.. snuff tambem
ResponderExcluirÉ bacana sim, vai na fé. Tesis é foda também (e tá no blog sim).
ResponderExcluirFilme muito bom, obrigado por compartilhar
ResponderExcluirE vendo o comentário acima , com certeza, o Tesis é ótimo
Qual é esse filme Tesis?
Excluirtu não tem google aí porra
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