sexta-feira, 1 de março de 2024
Em Rota de Colisão (Stuck) - 2007
quarta-feira, 3 de janeiro de 2024
Harry Chegou Para Ajudar (Harry, un ami qui vous veut du bien) - 2000
Sinopse: Num posto de beira de estrada, Michel (Laurent Lucas) é abordado por Harry (Sergi López), um homem de quem Michel não se lembra mas que afirma ser um velho colega de escola. Harry segue até onde Michel e sua família vão passar as férias e começa a se aproximar. Aí fica uma coisa estranha, se quiser saber assista.
Direção: Dominik Moll
Elenco: Laurent Lucas, Mathilde Seigner, Sergi López, Sophie Guillemin
segunda-feira, 29 de maio de 2023
Nas Sombras (Im Schatten) - 2010
Direção: Thomas Arslan
Elenco: Misel Maticevic, Karoline Eichhorn, Uwe Bohm
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1,42gb(1080p)>> Link Direto
Acaba que também é uma das melhores transposições (cópias) do universo criado por Richard Stark/Donald Westlake. Eu sei que esperar que vocês conheçam algo de literatura é demais, mas esse autor é pica, confia. Esse cara é famoso (não é) por uma série de pulp fictions sobre o ladrão Parker nos anos 60 (até o Godard, aquele arrombado, já adaptou pro cinema).
Mas voltando ao filme... tem toda a estrutura confortável de um bom thriller sem pentelhação... o protagonista é frio, calculista e extremamente profissional, naquele esquema de estar sempre um passo à frente de seus adversários. A trama começa no pique, com o passo a passo de um assalto.
Enfim, uma pena esse filme... ter... ficado... ... ... nas sombras...... (mas também, esse capa não se ajuda, parece protagonizado pelo Mauro Cezar).
quarta-feira, 5 de outubro de 2022
Hell House LLC - 2015
Sinopse: Uma documentarista investiga a misteriosa tragédia que ocorreu em um parque temático de halloween.
Direção: Stephen Cognetti
Elenco: Gore Abrams, Alice Bahlke, Danny Bellini
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1080p (1,4GB) >> Link direto
Comentário: O subgênero "filmagem encontrada", quando acertado, se torna aquela experiência imersiva que deveria sempre justificar o formato. Hell House LLC é desses, que consegue criar uma narrativa convincente para o uso dessa linguagem e emprega bem os elementos de horror com sustos bem orquestrados.
O filme explora diferentes aspectos do subgênero em três linhas temporais distintas: a clássica do falso documentário pós-evento, com equipe investigando; os responsáveis pela atração temática que documentam a criação do local e os vídeos upados na internet pelos visitantes do hotel no dia que deu zica. O resultado é uma rima visual que funciona por meio do complemento entre os formatos.
A maior sacada é utilizar uma atração temática de horror como centro da narrativa, brincando com a ideia de desorientar o espectador entre o que é "horror" real ou o que pertence ao espetáculo. É um dos filmes raros modernos que consegue ter personalidade suficiente para estabelecer uma mitologia própria interessante.
quarta-feira, 28 de setembro de 2022
História do Oculto (Historia de lo Oculto) - 2020
Nadia Lozano
Héctor Ostrofsky
Agustín Recondo
Lucia Arreche
domingo, 15 de maio de 2022
The Scary of Sixty-First - 2021
Comentário:
De fato, somos barcos contra a corrente remando incessantemente em direção ao passado, como diria Fitzgerald. O mundo rodou, rodou, e de novo os velhos milicos brochas estão no poder aqui, a Guerra Fria se reconfigura lá. No cinema, essa busca pelo conforto do familiar se manifestou com mais clareza; em Hollywood, reboots, soft reboots e remakes de toda a propriedade intelectual disponível monopolizam as salas, e no arthouse não é diferente - é até pior. Todo dia qualquer mequetrefe faz o que na cabeça dele é o GIALLO MODERNO! A SUBVERSÃO DO EXPLOITATION! A DESCONSTRUÇÃO DO HORROR! Não há exemplo melhor do que o recente "X", do West, mais uma tranqueira da A24 lançada com toda pompa, se propondo a ser O GRANDE RESGATE do slasher setentista e que no fim não só não tem nada de novo ou criativo para oferecer, como também se perde na própria reverência - ironicamente, a um modo de se fazer cinema que jamais respeitou qualquer regra, que jamais criou ícones que não pudesse dessecrar. Pra variar, todo mundo sedento pela aura criativa de outrora caiu no golpe (as pessoas foram capazes de eleger o Hitler, não dá pra ter nenhuma confiança mesmo). O fã inteligente de horror (como eu) não tem mais onde se consolar, já que tudo virou pastiche e qualquer coisa minimamente melhor se transforma no Segundo Advento de Cristo, muitas vezes injustificadamente.
Aqui entra "The Scary of the Sixty-First". Fez algum burburinho por festivais e circuitos limitados, mas não chegou a dividir público e crítica porque ambos foram unânimes em odiar e em sequência esquecer. Depois de todo esse tempo, as pessoas já não são mais capazes de reconhecer um autêntico exploitation nem quando ele está nas suas caras. "Scary" é talvez o único exemplar genuíno do gênero em décadas, principalmente no seu aspecto titular: a exploração, o ato de se apropriar de um fato ou tópico do momento e extrapolá-lo de forma gritante, apelativa e chocante. Aqui, a história gira em torno do legado que Jeffrey Epstein deixou para trás. Para quem pisou no planeta Terra pela primeira vez hoje, Epstein foi o infame bilionário pedófilo e traficante sexual, que diariamente levava à bordo do seu Lolita Express amigos da política, das artes e dos negócios (Weinstein, Spacey, Singer, Clinton, Gates e o filho mais fracassado da rainha são alguns dos íntimos), para sua ilha particular que também calhava de ser um harém para todos os gostos e idades. Epstein foi preso em 2019 e antes que pudesse abrir a boca foi morto na cadeia numa queima de arquivo.
Se a mídia é sempre discreta ao lidar com essa bomba-relógio, Nekrasova escancara tudo da forma mais grosseira e desrespeitosa possível, para nossa alegria. No seu debut (atrás e à frente das câmeras, como roteirista, produtora, diretora e coadjuvante), ela transforma turbilhão que cerca Epstein em um horror gótico hipster com toda a energia de um adolescente falando que virou ateu na ceia de natal. Duas jovens alugam um apartamento que pode ou não ter pertencido anteriormente à ele, e cada uma é afetada pela descoberta de formas distintas. Uma entra em uma espiral de paranoia, medo e obsessão; a outra parece ser "possuída" (ou libertada?) por um espectro sexual maligno que rende as cenas mais avacalhadas do longa.
A categorização como exploitation não vem só do zeitgeist delirante da extrema-direita (enquanto se mantém perversamente ambígua no seu próprio posicionamento), mas também da produção de guerrilha. Com orçamento zero, Nekrasova e Quinn (que também assina o roteiro e protagoniza) oferecem soluções criativas e ousadas para contornar suas limitações. Você pode achar o que quiser disso, mas é preciso certa coragem e comprometimento para, por exemplo, se masturbar na maçaneta da casa real do Epstein numa gravação clandestina. "Scary of Sixty-First" e suas criadoras são uma luz de esperança no futuro - ou um último alento antes da morte.
(apesar de tudo, sabemos que o filme foi enterrado porque eles não querem que você saiba a verdade)
quarta-feira, 27 de abril de 2022
The 20th Century - 2019
Sarianne Cormier
Catherine St-Laurent
Mikhaïl Ahooja
Brent Skagford
sábado, 9 de abril de 2022
Fantasma: Devastador (Phantasm: Ravenger) - 2016
sexta-feira, 11 de março de 2022
Lake Mungo - 2008
David Pledger
Martin Sharpe
Talia Zucker
Tania Lentini
quinta-feira, 20 de janeiro de 2022
Desespero (The Incident) - 2011
AKA Asylum Blackout
Sinopse: Um grupo de funcionários de um hospício ficam presos junto aos internos durante uma intensa tempestade.
Direção: Alexandre Courtès
Elenco: Rupert Evans, Kenny Doughty, Joseph Kennedy, Dave Legeno, Richard Brake, Marcus Garvey, Anna Skellern
Comentário: Courtès faz sua estreia no cinema depois de uma carreira em videoclipes, mas o resultado lembra mais o estilo dos filmes do roteirista S. Craig Zahler: câmera parada e paciente, levando o seu tempo para revelar as salas e corredores claustrofóbicos que em breve se tornarão o lar de um pesadelo, assim como as sequências mais pesadas, em um caos controlado de ultraviolência e efeitos práticos. O diálogo atinge um tom naturalista, pois remete aos elementos autobiográficos de vivência do próprio Zahler, que já trabalhou em cozinhas (local de trabalho dos protagonistas) e é músico (personagens têm uma banda). A ambientação oitentista resgata o exploitation pé no chão, de um período pré-celular, e não essas palhaçadas modernas que forçam a barra. Richard Brake não precisa de uma linha de diálogo para justificar o porquê do protagonista ser tão avesso à sua presença. Uma adição bem feita ao subgênero prisão/manicômio que não tem pressa em passar tempo com seus personagens antes de os condicionarem a destinos terríveis.
terça-feira, 4 de janeiro de 2022
Noroi - A Lenda de Kagutaba (Noroi) - 2005
Direção: Kôji Shiraishi
Elenco: Jin Muraki
Rio Kanno
Tomono Kuga
Marika Matsumoto
quarta-feira, 20 de janeiro de 2021
Primavera (Spring) - 2014
Direção: Justin Benson e Aaron Moorhead
Elenco: Lou Taylor Pucci Evan, Nadia Hilker Louise, Augie Duke Jackie
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>> 720p - 813MB
>> Legenda
Comentário: Seria muito conveniente fazer analogias entre Spring e um punhado de filmes. Das associações mais fáceis: Antes do Amanhecer do Linklater e A Experiência (de sei lá quem dirigiu isso). Ou mesmo remeter alguns elementos a Cronenberg e Lovecraft. Mas a verdade é que o filme de Benson e Moorhead é um legítimo filme de Benson & Moorhead para quem já assistiu alguma coisa da filmografia deles: peculiaríssimo em abordagem e visualmente incômodo, mas isso até que superado nossos próprios vícios industriais estéticos cinematográficos.
Começa como uma aparente história de broderagem e luto e nesse breve período já convence pela honestidade da relação entre os dois personagens. Segue então para um road movie bon vivant (brega né, tô ligado) culminando num romancezinho indie pretenso ao natural, ou seja, aquela referência do Antes do Amanhecer se aplica neste momento. Claro que antes disso já surgem esporadicamente os elementos sobrenaturais, inicialmente de maneira homeopática formatada, mas logo, em osmose, o horror formulaico insere-se no cinema amortecido de Benson e Moorhead, transformando-se em algo único. Para o espectador menos boboca vale aquela refletida da escalada narrativa e de como o filme consegue concentrar e desenvolver tanta coisa e tanta gente em tão pouco tempo. Mas o coração da parada é o eixo de tudo ser a interação dos personagens e de como a história gira ao redor disso.
O espectador brasileiro acostumado a comer massa com salsicha obviamente torce o nariz pra esse tipo de filme, mas pros desiludidos que acham que o cinema já acabou há bastante tempo, dá aquela revigorada de encher os olhos.
sábado, 20 de junho de 2020
Confronto no Pavilhão 99 (Brawl in Cell Block 99) - 2017
Sinopse: Bradley Thomas é um ex-boxeador que perde o emprego como mecânico, é avisado pela mulher que é corno no mesmo dia e, em ato contínuo, destrói o carro dela na porrada. Logo depois eles fazem as pazes, se juram de amor e ele decide virar traficante para dar uma vida digna para a mulher e o futuro herdeiro do casal. Eventualmente as coisas dão errado e casualmente ele é obrigado a ser preso e se infiltrar numa espécie de masmorra para assassinar uma pessoa que ele nem sabe se existe.
Direção: S. Craig Zahler
Elenco: Vince Vaughn, Jennifer Carpenter, Don Johnson
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950MB : Torrent (Pirate Bay)
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2GB: Torrent (Rarbg)
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Comentário: Esse filme é basicamente tudo que a Odisséia de Homero tentou ser e não conseguiu. Uma saga épica e catártica protagonizada pelo Vince Vaughn, que começa com ele espancando o carro da própria mulher. Daí em diante, amigos, seguem mais de duas horas de puro deleite narrativo. É um daqueles raros casos que você nem quer tanto ver os personagens tendo suas cabeças esmagadas, ou corpos repartidos ao meio, nem precisava, porque se fosse um filme só acompanhando o dia a dia do Vaughn na prisão já bastava. Mas sim, a violência surge, ainda em mais profusão do que em Bone Tomahawk, embora dessa vez mais caricata, exploitation, quase beirando ao cartunesco.
Só há duas coisas ruins: o carisma de todos os personagens (eu diria absolutamente todos, até aqueles que contracenam por meros segundos), que torna a violência contra eles mais triste do que merecida. E o outro aspecto negativo é que o filme acaba, em algum momento.
Vale aquela dobradinha do Zahler com Bone Tomahawk (ou maratona mesmo, terminando com o Dragged Across the Concrete, que é ótimo, mas inferior aos antecessores).
Rastro de Maldade (Bone Tomahawk) - 2015
Direção: S. Craig Zahler
Elenco: Kurt Russell, Patrick Wilson, Matthew Fox, Richard Jenkins
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Torrent
Link magnético
720p (1,1gb)
1080p (2,2gb)
Legenda
Comentário: "Bone Tomahawk" foi desovado lá em 2015, discretamente, como um aparente western B direto para dvd, no mesmo ano que o Tarantino lançava o seu "Os Oito Odiados". Os dois filmes tinham um ator em comum no elenco, o Kurt Russell. Para quem acompanha a indústria, sabe que geralmente atores no perfil do Russell (que são icônicos, mais do que necessariamente talentosos) oscilam entre produções de respeito (raras) e tranqueiras (recorrentes) para faturar o necessário pra pagar as contas e custear algum vício. O que parecia se enquadrar, no caso o "Oito Odiados" sendo a obra virtuosa e Bone Tomahawk para se esconder debaixo do tapete. Acabou que foi o inverso, o do Tarantino gerou aquele tiquinho de decepção na sociedade, enquanto Zahler surpreendeu os desavisados com um western-horror de primeiríssima categoria com potencial de cult. Portanto, o western correto de Russell em 2015 é o Bone Tomahawk.
O filme já abre com uma degola e os primeiros cinco minutos seguem numa sequência de selvageria. A intensidade da arrancada acaba criando uma falsa expectativa de que um festival incessante de gore estaria por vir, mas o que se sucede é, genuinamente (o que é raro!), o desenvolvimento dos personagens, uma dedicação plena narrativa às relações e à história. O elenco também ajuda, além do Russell, tem o cara do Lost e o cara do Invocação do Mal (e no início tem o cara do Rejeitados pelo Diabo). Mas o melhor mesmo é o Richard Jenkins (aquele velho que normalmente faz coadjuvantes).
Tem arrombado que torce o nariz para a lentidão do segundo ato. De fato, é um período longo de conversas e caminhadas, mas é pura e simplesmente a progressão narrativa de um slow-burn horror, que culmina numa explosão de violência contundente, mesmo!
Filmado em 21 dias, com orçamento de U$ 1,8 milhão e usando a clássica western town da Paramount Ranch, Bone Tomahawk é uma daquelas experiências memoráveis dignas de mostrar para o pai e ver a reação do velho naquela cena (aquela!).
E se já assistiu, vale rever, porque melhora.
sexta-feira, 19 de junho de 2020
Possessor - 2020
Sinopse: Uma agente trabalha para uma organização secreta que usa tecnologia para habitar (ou possuir, mas como vocês são burros talvez pensem que seja em outro sentido, sei lá qual melhor termo) corpos de outras pessoas com objetivo de usá-los para cometer assassinatos encomendados.
Direção: Brandon Cronenberg
Elenco: Andrea Riseborough
Christopher Abbott
Sean Bean
Jennifer Jason Leigh
DOWNLOAD (ATENÇÃO, TEM UMA MARCA D'ÁGUA MEDONHA NA PARTE INFERIOR DA IMAGEM, MAS É A ÚNICA CÓPIA DISPONÍVEL, ENTÃO NÃO RECLAMA)
TORRENT - https://yts.mx/movies/possessor-2020
MAGNET LINKS
>> 950MB: Em 720p (menor qualidade né, acho que não preciso explicar)
>> 1080p (esse é mais top, baixa essa versão se você tem o mínimo de decência)
Legenda PT-BR
Comentário: Segundo filme do filho do Cronenberg (o primeiro foi um chatão que não lembro o nome e parecia dirigido por aqueles estudantes de cinema brasileiros). Desta vez, diferente do natimorto cinematográfico que foi o debute, Possessor é um suspiro de esperança sobre o futuro do rapaz.
Tipo de experiência desagradável que por algum motivo (distúrbio, obviamente) tende a agradar o público que frequentava esse blog. O conceito aparenta ser uma daquelas premissas do Christopher Nolan, mas não tem nada daquele escândalo técnico não, o negócio é bruto e rústico. Daria para dizer que é um argumento do Nolan executado pelo John Hyams (já viram Soldado Universal 3 e 4? Assistam, seus arrombados). Tem uma atmosfera que me remeteu também ao Nicolas Refn, mas sem a parte sonolenta.
Estética nublada, com aquela ambientação sonora reduzida comum ultimamente, e um tom melancólico que indica ser dirigido por alguém que possivelmente cresceu ouvindo grunge e xingando a mãe. Mas o que chama mais a atenção é a violência mesmo, tem um pouco do body horror do paizão, mas é muito mais incisiva, quase realista demais, incômoda.
Portanto, não espere tanto daquele baboseira sci-fi moderna pretensiosa, esse é mais diretaço mesmo, sem aquela higienização e preciosismo técnico dos filmes da A24. Possivelmente a obra mais sólida que você verá do gênero por um bom tempo.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
The American Astronaut - 2001
Direção: Cory McAbee
Elenco: Cory McAbee
Greg Russell Cook
James Ransone
Rocco Sisto
Tom Aldredge
sábado, 25 de agosto de 2012
Otesanek - 2000
Sinopse: Mulher
estéril recebe de seu marido um bebê esculpido a partir de um tronco de árvore.
Com o passar do tempo, a escultura ganha vida e adquire um apetite insaciável,
forçando os pais a tomarem medidas drásticas.
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